quarta-feira, 16 de junho de 2010

VW Argentina lança nova SpaceFox

Perua ganhou dianteira do Fox e traseira inédita

Por Vitor Matsubara
16/06/2010

A Volkswagen da Argentina apresentou nesta quarta-feira, 16 de junho, a reestilização promovida na SpaceFox. O modelo, que por lá é chamado de Suran, recebeu o mesmo visual dianteiro do Fox, mas também ganhou mudanças visuais na traseira.



A parte frontal conta com faróis que lembram muito outros modelos da marca vendidos na Europa, como as novas gerações de Golf e Polo. O desenho do para-choque também é novo, assim como as rodas de liga leve.







Na traseira, as lanternas ganharam contornos mais retos, mas continuam invadindo a tampa do porta-malas. A parte inferior do para-choque foi redesenhada e recebeu dois refletores na cor vermelha e um sutil aplique em preto.







O interior foi totalmente renovado. O acanhado painel de instrumentos da versão anterior foi substituído por um conjunto mais elegante, com iluminação em azul e vermelho. O volante multifuncional é o mesmo utilizado no Passat CC e agrupa os controles do sistema de som.



O novo SpaceFox terá como principal novidade a oferta da transmissão automatizada I-Motion, que dispensa o pedal de embreagem e permite ao condutor realizar trocas de marcha de forma automática ou sequencial.







Na Argentina, o motor 1.6 será oferecido apenas com gasolina (que gera 101 cv), enquanto que, no Brasil, o propulsor terá a opção flex. Os hermanos terão à disposição três versões de acabamento (Comfortline, Trendline e Highline). Todas são equipadas com ar-condicionado, computador de bordo, sistema de som com CD Player, reprodução de arquivos em MP3 e entrada auxiliar USB. A Trendline inclui airbag duplo e a Highline agrega freios com sistema antitravamento (ABS).



A perua será lançada oficialmente no Brasil na próxima semana, em evento realizado na cidade de Curitiba (PR).

editor do teve hístoria agradeçe a revista ''QUATRO RODAS''

sexta-feira, 11 de junho de 2010



OPALA SS 1972


Dando seguimento à linhagem esportiva da Chevrolet que o leitor começou a ver no blog há algumas semanas, o destaque vai para o primeiro SS cupê, lançado pela marca em 1972. Se para alguns o estilo de quatro portas não combinava com o carro, a versão mais agressiva conquistou o público logo de cara.




Curiosamente o Opala é um daqueles carros que polariza a atenção das pessoas na rua. No dia das fotos, enquanto os SS aguardavam estacionados no Pacaembu, alguns curiosos rodavam por ali para conferir o estilo impecável das duas máquinas.



“Engate. Acelere. Não tenha dó: marque o asfalto”, dizia o folheto de propaganda. Um verdadeiro puro-sangue equipado pelo motor de 4.1 litros e potência bruta na casa dos 140 cv. Números que impressionavam na época.



Mas quando foi encontrado pelo atual dono, Deolindo Birelli Júnior, o Shibunga, o esportivo em nada lembrava suas glórias do passado. “Originalmente o carro era laranja solar e estava em estado deplorável, com muita ferrugem e consertos com pedaços de alumínio para encobrir os buracos da lataria”, conta.



A própria história da localização e compra do modelo, em 2005, é motivo de boas lembranças para o proprietário e aqueles que conhecem sua paixão por Opalas, além do trabalho que teve para deixar o Chevrolet tinindo novamente.



“Ele foi restaurado seguindo os padrões da época. Hoje têm sobressalentes as rodas originais com o aro aumentado e alargado para 15x6,5 e pneus Cooper Cobra 215-60/15 (dianteira) e 235-60/15 (traseira)”, revela. A cor escolhida foi o chamativo Amarelo-Limão, que trouxe o mítico SS de volta à vida.



Para fechar o texto vou pegar emprestado o slogan de outro folheto publicitário, que talvez resuma em poucas palavras o espírito de competição do SS: “Desperte o grande piloto que existe em você“. É isso aí!
 
MÁTERIA:WWW.GARAGEMDOBELLOTE.COM.BR
Gran Luxo


“Rapaz na Flor da Idade, sarado, 35 anos, ótima aparência, desempenho de tirar o fôlego.” Essa frase que você leu aí em cima, poderia muito bem servir de anúncio classificado para o Opalão GranLuxo 1970 do ribeirã...



“Rapaz na Flor da Idade, sarado, 35 anos, ótima aparência, desempenho de tirar o fôlego.”


Essa frase que você leu aí em cima, poderia muito bem servir de anúncio classificado para o Opalão GranLuxo 1970 do ribeirão-pretano Miguel Martins. Mas aos que se interessaram, Miguel já manda o aviso na lata: “Não vendo! Não adianta insistir.”

E no lugar dele, você venderia? Pense bem: Debaixo do capô, mora um motor 4.1 turbo com aproximadamente 500 cv, o que se pode considerar sinônimo de diversão e borrachadas insanas! O coração da caranga conta com preparação de primeira, a começar pela turbina Garret .70 e pela pressurização e escape da Jr. Preparações.

Mesmo com pistões, virabrequins e bielas originais, a pressão da turbina é de 2 Kg e devido a isso a bomba de óleo foi trabalhada para uma melhor lubrificação, enquanto o cabeçote ganhou de presente um comando de válvulas bravo, tuchos mecânicos preparados e uma junta dupla, garantindo vedação perfeita e resistência às altas temperaturas. Fazendo a usina pulsar, temos uma Bobina Mallory, que através da ignição e dos cabos de silicone MSD, manda faísca com saúde pras velas queimarem álcool com gosto. E tome álcool! Nada menos que três bombas de Gol Gti enviam a cana direto do Cash Tank em aço inox, para o motor.

O câmbio original, deu lugar à um câmbio de Dodge V8 com embreagem de cerâmica de 1200 libras (!), a potência é descarregada com segurança nas belíssimas rodas Tsw Pace, que cumprem a triste função de transformar os pneus Toyo Proxes 225/45 em fumaça.

E pra parar?? Calma! Discos de freio ventilados na dianteira e na traseira fazem o papel de âncora e pregam a barca no chão em poucos metros.

Desfilando pelas ruas de Ribeirão Preto, a pintura brilhante como um espelho e os pára-choques originais cromados chamam a atenção por onde passa, e a originalidade externa só é quebrada pela suspensão rebaixada com amortecedores e molas especiais e pelas grandes rodas. O interior conta com bancos concha San Marino, instrumentos Cronomac e instrumentos da linha Autometer Lunar, além de um belo volante Momo, que garante ótima pegada e completa a transformação interior do Opala.

Depois de tudo isso, eu repito a pergunta: Se esse carro fosse seu, você venderia?
 
 
MÁTERIA:http://www.carrosderua.com.br/web/destaque/28/Gran_Luxo


Mercury 1951


Imagine você voltando aos anos 50 e revivendo toda aquela época gloriosa. Pelos menos quando está dentro e dirigindo pela cidade, Walter o proprietário desta replica de Mercury 1951 volta por alguns instantes no ...



Imagine você voltando aos anos 50 e revivendo toda aquela época gloriosa. Pelos menos quando está dentro e dirigindo pela cidade, Walter o proprietário desta replica de Mercury 1951


volta por alguns instantes no tempo. Construído para ser carro show da W.W. Trevis no encontro de antigos na cidade de Águas de Lindóia no Interior de SP, esse Mercury foi fielmente feito em cima do modelo original.



Utilizando o chassi de Landau, a replica e toda feita de fibra de vidro e segue todas as medidas, curvas e detalhes do modelo de lata. Além disso, a W.W. Trevis deu uma apimentada na caranga, principalmente no interior que ganhou bancos do GM Omega em couro caramelo, console personalizado, painel com fundo branco herdado do Landau e um CD Player GP 450. Para o conforto dos ocupantes, ar-condicionado e vidros elétricos.



Por fora quase nada foi mudado, apenas rodas Center Line em aro 15 com pneus 225/65/15 na traseira e 195/60/15 na frente. As lanternas também foram personalizadas, dando um toque todo especial a traseira.



O motor é um V8 302, o mesmo utilizado no Maverick e também no Landau. O motor recebeu apenas modulo e distribuidor MSD, o resto permaneceu original.

 
ESPECIFICAÇÕES
 
Mercury 1951 (Réplica)




Exterior

Lanterna personalizada

Pintura Saia e Blusa

Motor

V8 302, o mesmo utilizado no Maverick e também no Landau

Rodas e Pneus

Rodas Center Line aro 15p

Pneus 225/65/15 traseira

Pneus 195/60/15 dianteira

Interior

Bancos do GM Omega

Console central personalizado

Paínel do Landau fundo branco

Banco revestidos em couro caramelo

Ar - Condicionado

Vidro Elétrico

CD Changer Sony GP 450

Empresa

W.W Trevis..
 
 
MÁTERIA:http://www.carrosderua.com.br/web/destaque/38/Mercury_1951#3
Orange Racing


Rafael Scorpioni sempre foi apaixonado por motores, especialmente os V8. Movido por está paixão ele adquiriu o Ford Maverick SL 75/76 em 2003, que estava abandonado em uma garagem na cidade de Campo Grande – MS. A p...


Rafael Scorpioni sempre foi apaixonado por motores, especialmente os V8. Movido por está paixão ele adquiriu o Ford Maverick SL 75/76 em 2003, que estava abandonado em uma garagem na cidade de Campo Grande – MS. A príncipio o dono não queria vender, mas Rafael por insistência acabou convencendo-o. Pegou um avião e foi diretamente pra garagem ver o carro, foi amor a primeira vista. Combinado o preço, negócio fechado. Uma semana depois o carro estava chegando em Cuiabá.




O Maveco não estava do meu gosto confessa Rafael. Ele [O Maveco] estava recém pintado, interior vermelho, rodas 14’ de F1000, lanternas traseiras de Landau e o motor original. A primeira coisa que foi providenciada por Rafael foi refazer o interior, retirar os bancos concha e colocar os originais remodelados em couro preto. Após esta etapa chegaram as rodas 18 polegadas de alumínio feitas sob encomenda, desenhadas especialmente para o nosso Mavecão. Elas são calçadas por pneus Yokohama.



O próximo passo, a parte em que Rafael mais gosta de falar foi tratar do coração do Maveco. O V8 ganhou algumas peças de alta performance listadas abaixo. O motor rende hoje aproximadamente 300cv. Mas não pára por aí. Um novo motor já foi encomendado e será montado unicamente com peças importadas de primeira linha. Rafael acredita que pode superar os 500cv de potência.



A pintura que possui a base amarela recebeu uma camada laranja herdada do Audi Europeu. Segundo o nosso fotografo, Edir Manzano, fica um espetáculo sob a luz do sol.






Para finalizar Rafael destaca que a maioria das peças foram importadas diretamente dos EUA, e algumas foram compradas por aqui.


ESPECIFICAÇÕES

Motor


- Coletor de Admissão: Edelbrock, Performer

- Carburador: Holley, QuadriJet, 650 Cfm, Mecânico

- Suporte da Mola de Retorno do Carburador: Lokar, Cromado

- Espaçador do Carburador: Edelbrock, Dividido, Alumínio

- Scoop do Filtro de Ar: Weiand, Alumínio, Cromado

- Filtro de Ar: Weiand

- Filtro de combustível: Summit, Alta Performance

- Bomba de Combustível: Holley, Elétrica, Azul

- Regulador de Pressão de Combustível: Holley

- Alimentador de Combustível: Summit, Duplo, Com Relógio de Pressão, Cromado

- Velas: NKG V-Power

- Corrente de Distribuição: Edelbrock, Dupla Roletada

- Comando de Válvulas: ISKY, 295/295 Mecânico

- Tuchos: ISKY, Mecânico

- Distribuidor: Eletrônico

- Módulo de Ignição: Eletrônico

- Bobina: 58.000 Volts

- Cabos de Velas: Accel

- Coletores de Escapamento: Dimensionados

- Escape direto

- Reservatório de Óleo: Alumínio, Vermelho Anoizado

- Respiro do Reservatório de Óleo: K&N

- Tampa de Válvulas: Ford, Alumínio

- Ventoinha Auxiliar: Elétrica

- Vareta de Óleo: Ford Racing, Cromada

- Juntas da Bomba de Água: Fel-Pro Performance

- Juntas do Coletor de Escapamento: Fel-Pro Performance

- Juntas do Coletor de Admissão: Fel-Pro Performance

- Juntas do Cabeçote: Fel-Pro Performance

- Juntas da Tampa de Válvulas: Fel-Pro Performance



Interior

- Manômetros de Pressão de Óleo e Temperatura de Água: Summit, Cromados

- Manopla de Cambio Momo GTR Cromado

- Tapetes Personalizados, Logo da Ford e “V8” Bordados

- Bancos Originais Remodelados, Couro, Logo da Ford Racing Bordado

- Volante Lenker Classic, Cromado

- Pedaleiras Momo

- ContaGiros Cronomac

- Shift-Light Cronomac

-

Exterior

- Farol Zoops Lights, Tri-Bar

- Lanternas Traseiras Ford Mustang GT 350 Shelby 1967

- Tampa de Combustível Sparco, Cromado

- Retrovisor Billet Specialties.

- Maçaneta das Janelas Billet Specialties, Cromados

- Pintura especial com base amarela com camada laranja herdada do Audi Europeu



Rodas e Pneus

Rodas em Alumínio Feitas sob medida pelo Alemão Rodas

- Dianteiras: 18 x 7

- Traseiras: 18 x 9,5

Pneus Yokohama

- Dianteiros: 225/35

- Traseiros: 275/35

 

MÁTERIA:http://www.carrosderua.com.br/web/wallpapers/maveco/wallpaper_maveco_1024.jpg

terça-feira, 8 de junho de 2010






Linha do Tempo













1.919 -







• A Ford Americana aprovou a criação da filial Brasileira, destinando para tanto um capital inicial de 25 mil dólares, que seriam tranferidos da filial da Argentina. Foram enviados ao Brasil, E.A. Evans e Benjamim Kopf para estabelecer a nova filial. Evans deu início às operações em 24 /4/ 1.919 com apenas 12 funcionários, num depósito de 2 andares na R. Florencio de Abreu, no centro de S. Paulo, onde se iníciou a montagem de automóveis

Modelo T e os caminhões Ford TT. Foi o primeiro fabricante de automóveis

à se estabelecer no Brasil. No 1º ano das operações no Brasil, foram

vendidos 2.447 automóveis.





1.920 - • As instalações da fábrica foram transferidas p/ um ringue de patinação na Pça. da República-SP.

• Neste ano foram vendidos mais de 4.000 unidades.



1.921 - • Inaugurada a sede própria da Ford do Brasil na R. Solon, no bairro do Bom Retiro - SP em um prédio especialmente

construído para funcionar como linha de montagem, tendo como engenheiro responsável pela obra o Sr. B. R. Brown, que havia supervisionado também a construção da fábrica americana de Highland Park.

O gerente da filial era o dinamarques Kristian Orberg que se manteria no posto até 1.953









1.923 - • A fábrica contava com 124 funcionários e tinha capacidade de produção anual de 4.700 carros (40 por dia ) e 360 tratores.











1.924 -

• As vendas do Modelo T foram de 24.250, recorde brasileiro até 1.960, quando foi introduzido o Corcel. Neste ano, a Ford montou a 1ª Exposição de automóveis do Brasil, em S. Paulo, no Palácio das Indústrias entre 4 e 12 de Outubro.





1.925 - • São inaugurados um escritório e linha de produção em Recife, à R. Padre Muniz, 343.





1.926 - • A cidade de Porto Alegre-RS, recebeu sua linha de montagem da Ford, na R. 7 de Setembro, 14.





1.927 - • Trouxe a inauguração do Centro de treinamento de Serviços da Ford em S. Paulo, iniciativa

pioneira no país para a formação de mecânicos especializados.

• No Rio de Janeiro inicia-se uma nova linha de montagem, na Av. Graça Aranha, 333.

• No mesmo ano foram adquiridos novos terrenos no bairro do Ipiranga-SP, com vistas à futura expansão.

• Por causa da recessão econômica da década de 30, são desativadas as fábricas de Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro e a produção do Modelo T foi interrompida em todo o mundo para receber o inovador Modelo A, com seu motor de 4 cilindros e 40 HP, proporcionando novos níveis de desempenho e imensa durabilidade. Um dos veículos de melhor relação custo-benefício da história do automóvel e um dos modelos antigos de maior índice de sobrevivência. O popular "Fordinho" no Brasil, substituiu o Modelo T e trouxe novos recordes de vendas.







1.929 - • O Modelo A era o automóvel mais vendido no Brasil.





1.932 -







• É anunciado o revolucionário motor Ford V8 - 3,65 L e 65 HP.









1.942 à 1.944 - • Apesar da recessão ocasionada pela 2ª Guerra Mundial, a Ford Brasil prosseguiu com a

montagem de carros em pequena escala, adaptando-se ao sistema de gasogenio, devido ao racionamento de gasolina.







1.945 - • Após a semi-paralização da montagem de veículos durante a guerra, reinicia-se lentamente no

Brasil a montagem de veículos, para um público ávido por novidades. Contando com a boa situação de divisas em 1.946, o governo Dutra retoma a importação de veículos em grande volume.

• Os automóveis Ford, Mercury e Lincoln, marcam a preferência dos brasileiros por sua extrema

resistência, apesar dos modelos Europeus serem mais acessíveis em preços.





1.951 - • As importações atingiram novo recorde. O Ford e o Mercury marcaram época pelo seu conforto,

desempenho e confiabilidade.



Ford Mercury







1.953 - • Trouxe a criação da nova fábrica no Ipiranga-SP, onde eram montados automóveis da Ford

americana e européia, tratores e chassis de ônibus. O Gerente-geral era o brasileiro Humberto Monteiro, um grande entusiasta da produção nacional de veículos.





1.954 -



• A Ford Brasil, participou das comemorações do 4º Centenário da cidade

de S. Paulo e apresentou no stand no Parque do Ibirapuera o novíssimo modelo do Thunderbird, um clássico americano.







1.955 - • Iniciada a estampagem das corrocerias da linha F. O programa de nacionalização da produção no Brasil dá seus pioneiros passos ao serem produzidas as primeiras cabines de Pick-ups e caminhões com aço de Volta Redonda.

• No final da década de 50, na esteira do otimismo e nacionalismo desenvolvimentista do governo de Juscelino Kubitschek, encerra-se a montagem de automóveis importados pela Ford Brasileira e inicia-se a total nacionalização da produção de automóveis e caminhões.







1.958 - • O Presidente Juscelino inaugurou a nova fábrica de motores V8, dentro do complexo industrial do

Ipiranga. Este motor era conhecido como Power King, com bloco em "Y" e desenvolvia 161 hps.

• Henry Ford II visita o Brasil pela primeira vez.



1.959 - • Foi apresentado o primeiro caminhão Ford Brasileiro, o F-350, com motor V8 e 2.670 Kgs de capacidade de carga.



1.960 - • Sai da linha de produção nacional o primeiro trator Ford, o 8 Br Diesel.





1.961 - • A Ford apresentou o 1º caminhão com motor diesel, era o F-600.



1.962 - • Lançada a nova linha de Pick-ups e caminhões super Ford.

• É produzido no Brasil o Ford de nº 75.000 ( 1 Pick-up F-1000).





1.964 -





• A Ford Americana lançou o Mustang, que seria no Brasil, o

carro importado mais vendido da década.







1.967 - • Em 2 de Abril a Ford Brasil lançou seu primeiro automóvel brasileiro, o Ford Galaxie 500, com motor V8 de 4,5 litros, 170 hp. Era o 1º automóvel moderno feito no Brasil.

• Em Outubro deste ano a Ford adquiriu o controle acionário da Willys-Overland do Brasil, fábrica situada em São Bernardo do Campo - SP, que produzia os modelos Jeep, Rural, Pick-up,

Aero Willis, Itamaraty, Gordini e Interlagos.











1.969 - • É trazido a público o "Ford Corcel", veículo médio, derivado do "Projeto-M" da Willys que recebeu centenas de aperfeiçoamentos. É até hoje o automóvel de maior produção na história da Ford Brasil.

• Foi apresentado também o "LTD" (fabricação limitada), versão mais luxuosa do Galaxie, para o ano de 1970. Vinha com motor de 190 hp e foi o 1º veículo nacional c/ transmissão automática.

• Criado em Rudge-Ramos - S. B.Campo - SP o centro de pesquisas da Ford .









1.970 - • A Ford oferecia ao público a versão ultra-luxuosa da linha Galaxie para 1971, o Landau, com

motores de 6 cc em linha ou V8.

• Assume a presidência da Ford Brasil, Joseph O'Neil.





1.971 - • Os modelos "Aero Willys" e "Itamaraty", da antiga Willys-Overland, continuavam à ser fabricados pela Ford, mas perdiam espaço rapidamente devido à concorrência. No intuito de criar um novo modelo à altura dos concorrentes, a Ford, através de pesquisas, chegou à conclusão que a

melhor alternativa era o "Maverick", veículo já fabricado nos E.UA. desde 1.969.





1.973 -



• Sai da linha de montagem o primeiro Ford Maverick Brasileiro. Equipado com motor Willys de 6 cilindros ou com o moderno V8-302, 5 L de 197 hp, importado, o mesmo utilizado no Mustang.

1.974 - • Inauguradas as novas "Fundição e Fábrica de Motores" da unidade fabril de Taubaté-SP.

• Novo motor de 4 cc e 2,3 Lts produzido em Taubaté, passa a equipar o Maverick, em substituição

ao motor de 6 cc.

1.975 - • A Ford exporta cerca de 225.000 motores para a Alemanha, Inglaterra, Canadá e Argentina.





1.976 - • Inaugurada em S.B. do Campo - SP a nova fábrica de tratores Ford.

• A Ford produz o milionésimo Ford Brasileiro.









1.978 -



• Introduzido o Corcel II, baseado na plataforma do Corcel, porém modernizada. Este veículo estabeleceu recordes de venda na Ford do Brasil.



• Inaugurado o Campo de Provas na cidade de Tatuí-SP.





1.979 - • Após mais de 108.000 unidades produzidas, sai de linha o Maverick, e a Ford anuncia a produção

de veículos à alcool e tem-se o início da fabricação da Pick-Up F-1000 com motor à diesel.





1.980 -



• Apresentada a Pick-Up Pampa ( modelo 81 ) baseada na plataforma

do Corcel II.



• Produzido o milionésimo Corcel.







1.981-



• Criado o "Del Rey" ( como modelo para 1.982 ), baseado na plataforma do Corcel II, com requintes e sofisticação inéditos em carros médios. Foi o pioneiro em vidros e travas elétricas.







1.983 - • Em Janeiro interrompia-se a linha do Landau, último remanescente da linha Galaxie. Foi o último automóvel com motor V8 feito no Brasil.







• Ainda neste ano, é lançado (como modelo 1.984) o "Escort", carro mundial da Ford, com motor de 4 cc, 1,6 L CHT. Era o 1º carro da Ford com motor transversal. Foi considerado o melhor motor à alcool do país. O Escort era exportado para a Finlândia.

1.985 -





• Surge a moderníssima linha de caminhões com cabine basculável "Cargo", que foi exportado até para os E.U.A ( Eram fabricados na unidade do Ipiranga. )













• Nesse ano é apresentada também a versão do Escort conversível.

1.986 - • Criada a Autolatina, joint-venture com a Volkswagen do Brasil.



1.989 - • O motor 1,8 L da Volkswagen passou a equipar as linhas "Escort" e "Del Rey".





1.990 -



• A Ford lança o "Verona", modelo de 3 volumes derivado

do Escort, era o primeiro carro da cooperação Ford-Volkswagen.







1.991 -





• Criado o "Versailles" para o seguimento de carros de luxo, com transmissão automática opcional.











• A Ford atinge a produção de 4.000.000 de carros brasileiros.







1.992 - • Ressurge o Escort com nova linha, injeção eletrônica, catalizador e 5 marchas à frente. (Alcool ou

gasolina).





1.993 -



• Lançamento do Escort Hobby 1.0.





1.994 - • A Ford começa a importação do "Ford Taurus" americano e do "Mondeo" europeu, para o

seguimento de alto luxo.







1.995 -



• Inicia-se a importação da pick-up média americana "Ford Ranger" , inaugurando assim o disputado mercado das pick-ups.







• Dissolve-se a Autolatina.





• É lançado o caminhão "Cargo C-4030".







1.996 -







• A fábrica de S.B. do Campo foi totalmente reprojetada e deu inicío à produção do Ford Fiesta nacional.











• A fábrica de motores e transmissões de Taubaté é reinaugurada para suprir a produção do Fiesta.





• Começa a produção do caminhão "Cargo 814".





1.997 - • Lançado o Ford Ka, 1º carro da linha New Edge.















• Da-se início à produção da pick-up Courier, derivada do Fiesta.













• O Escort importado da Argentina começa a ser comercializado com nova motorização.





1.998 - • Sai a nova linha Série-F de caminhões e pick-ups.









1.999 -



• Criado o motor Zetec RoCam utilizado no Fiesta, Ka e Courier modelo 2000.







• Lançada a F-350, o F-16000 e a F-250.





2.000 -





• Surge o "Ford Focus" , lançamento que revolucionou a imagem e o design da marca. O Focus assume a produção de um dos carros mais premiados no Brasil e no mundo.





2.001 - • Iniciam-se as operações do Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari-BA. Esta nova unidade da Ford tem capacidade para produzir 250 mil veículos por ano.



• Também foram lançados o Fiesta Street Sedan, 3ª geração

do modelo, e o novo Ford Ka Freshining, um carro compacto que se distingue por sua dirigibilidade, design externo e

equilíbrio de detalhes. As diversas modificações do modelo, fizeram dele uma ótima opção para quem busca beleza, performance e economia, c/ motores Zetec RoCam 1.0 e 1.6





2.002 - • A Ford inova com o motor Power Stroke 2.8 L Turbo Diesel com TGV, para melhorar o

desempenho das pick-ups Ford Ranger. Foram ainda introduzidos nova transmissão, embreagem auto-ajustável, suspensão recalibrada e eixo traseiro com diferencial antiderrapante.











• Em Junho, chega ao público o novo Ford Fiesta, totalmente remodelado.





2.003 -



• A Ford completa 85 anos no Brasil.





• A Ford investe no seguimento das "Suvs" ( veículo utilitário esportivo ) no Brasil e lança o "Ecosport" com motores 1.0 8V, 1.6 8V, 2.0 16V.





• O Focus tem sua linha renovada.

• Surge a Ford F-250 cabine dupla p/até 6 passageiros, com motor MWM Turbo Diesel com

intercooler, 6 cc, 4,2 Litros e 180 HP.

• A "Ford Ranger Storm" , nova versão especial, passa a vir com motor Power Stroke Turbo Diesel,

tração 4X4 e cabine dupla.





2.004 - • Lançada o "Ecosport 4 WD" - com mais força e segurança. Vem com sistema de tração Control

Trac II, com módulos automáticos e bloqueado e freios ABS.

• O Ford Fiesta é lançado na versão Flex, com injeção eletrônica de última geração. O Fiesta surge

na versão Sedan, com mais vantagens em termos de estilo, espaço e conforto.











• Chega ao Brasil o "Ford Explorer", o utilitário esportivo lider de vendas no mundo, equipado com motor à gasolina V6 - 4.0 L, com 213 HP, transmissão automática e tração inteligente nas 4 rodas.







FONTE:www.clubedofordinho.com.br
 
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                      hístoria do automobilismo



Princípio




Georges Lemaître ganhou a corrida com seu carro Peugeot de 3HP.As corridas de automóveis iniciaram-se quase imediatamente depois da construção dos primeiros carros movidos a gasolina bem sucedidos influenciados pelas já populares corridas de carroça.



 A corrida Paris-Rouen

Em 1894, foi organizada a primeira competição na França pela revista parisiense Le Petit Journal entre Paris para Rouen, um teste de confiabilidade para determinar o melhor desempenho, na época foi chamada de Concours des Voitures sans Chevaux (Competição de Carros sem Cavalos). 69 carros começaram a corrida de 50km que iria determinar os classificados para a corrida principal de 127km, apenas 25 se classificaram. O conde Jules-Albert de Dion foi o primeiro a chegar em Rouen no tempo de 6 horas e 48 minutos, numa velocidade média de 19km/h, contudo sua vitória não foi contabilizada já que o seu carro continha um acessório proibido, por essa razão o título da corrida foi dado a Georges Lemaître, que chegou na segunda colocação.



Outras corridas

Em 1895 realizou-se a primeira corrida propriamente dita, entre Paris e Bordéus. O primeiro a chegar foi Emile Levassor, mas foi desclassificado porque o seu carro passará dos 12,5 km/h, que era o limite de velocidade, por motivos de segurança.



A primeira corrida de automóveis na América, num percurso de 54.36 milhas, teve lugar em Chicago, a 2 de Novembro de 1895. Frank Duryea venceu, em 10 h e 23 min, sobrepondo-se a três carros movidos a gasolina e a dois elétricos.



Corridas entre cidades

Com a construção de automóveis e as corridas dominadas pela França, o clube automóvel francês - ACF, realizou algumas grandes corridas internacionais, em geral partindo ou chegando a Paris e tendo a outra extremidade noutra grande cidade na Europa ou na França.



Estas corridas de grande sucesso terminaram em 1903 quando Marcel Renault se envolveu num acidente fatal perto de Angoulême durante a corrida Paris - Madrid. Oito mortes levaram o governo francês a interromper a corrida em Bordeaux e a banir as corridas de estrada.



Primeiros circuitos



500 Milhas de Indianápolis de 1913.Devido a grande quantidade de acidentes que as corridas de rua causava viu-se que era mais seguro se realizar corridas em espaços fechados, muitos desses espaços eram os hipódromos utilizados para corridas de cavalos, nos Estados Unidos baseados no formato oval dos hipódromos é construído o Milwaukee Mile, considerado o primeiro autódromo do mundo, em 1907 é construído o oval de Brooklands na Inglaterra, em 1909 é construído o Indianapolis Motor Speedway os Estados Unidos.



 Taça Gordon Bennett de Automobilismo (1910 - 1950)

Os assistiram à diferenciação radical dos veículos desportivos a partir dos carros de estrada de luxo, com a Delage, a Auto Union, a Mercedes-Benz, a Delahaye e a Bugatti a construir veículos aerodinâmicos dotados de motores com mais de 450 kW de potência, com o auxílio de superchargers múltiplos. O máximo peso autorizado era de 750 kg, uma regra diametralmente oposta aos regulamentos modernos de competição. Era necessário o uso intenso de ligas de alumínio para conseguir baixar o peso e, no caso do Mercedes, até a tinta foi removida para satisfazer as limitações no peso.



 Organização e Regulação

O desporto automotor é regulado mundialmente pela FIA -Fédération Internationale de l'Automobile - Federação Internacional do Automóvel, que promove e homologa os carros, as pistas e as condições das corridas. O evento máximo organizado pela FIA é a Fórmula 1. Cada nação que organiza este tipo de esporte tende a organizar também uma instituião filiada à FIA que homologa e regula o automobilismo em seu território. No Brasil a CBA - Confederação Brasileira de Automobilismo e em Portugal a FPAK - Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, são as instituições responsáveis por isso.



[editar] Bandeiras

O Código de Automobilismo também regula as sinalizações usadas durante as competições. Quando algo que ocorre na pista necessita da atenção de todos os pilotos, são exibidas bandeiras coloridas próximas ao acontecimento ou na linha de chegada/largada ou especificamente para algum piloto. Os pilotos também podem ser avisados pelo rádio, pelos chamados spotters, mas como estes avisos normalmente são críticos e o rádio pode apresentar problemas durante a competição, usa-se o método das bandeiras que é mais prático e seguro.



As bandeiras são mais comumente usadas para avisar os pilotos sobre a entrada ou a saída do safety car na pista. As bandeiras usadas atualmente são:



Bandeira Descrição

Bandeira amarela

Perigo logo a frente. Reduza a velocidade!

Bandeira azul

Dê passagem (o retardatário) a um carro mais veloz que quer ultrapassar! Actualmente, o piloto deverá permitir a passagem até três curvas após lhe ser mostrada a bandeira ou arrisca penalizações.

Bandeira verde

Pista livre. Geralmente mostrada após o Safety Car sair da pista ou

após um trecho em bandeira amarela.



Bandeira vermelha

Corrida paralisada.

Bandeira listrada em amarelo e vermelho

Cuidado! Óleo na pista ou pista escorregadia.

Bandeira branca

Carro lento em pista. Pode ser um monolugar, uma ambulância ou qualquer outro carro de serviço na pista.

Bandeira xadrez (ou quadriculada)

Fim da prova.

Bandeira metade preta, metade branca na diagonal

O piloto tomou alguma atitude antidesportiva, a qual deve ser corrigida o mais rápido possível para não haver desclassificação.

Bandeira preta

Desclassificação do piloto ao qual foi indicada.

Bandeira preta com um círculo laranja

Algum problema técnico. O piloto deverá voltar as boxes.



 Autódromos e pistas



Visão aérea do Indianapolis Motor SpeedwayO evento automobilístico pode ser realizado em autódromos, circuitos fechados construídos específicamente para as provas de velocidade e habilidades de condução dos veículos ou circuitos de rua, como o do Grande Prêmio de Mônaco. Os autódromos podem ser ovais como o Talladega Superspeedway nos Estados Unidos, tradicional, com várias curvas e retas como o de Autódromo do Estoril em Portugal e misto como o circuito de Indianápolis também nos Estados Unidos.



As categorias e modalidades como os ralis que colocam à prova a resistência de condutores e veículos usam pistas e circuitos em vários terrenos. Os fora de estrada usam terrenos acidentados naturais ou preparados.



Categorias

Existem várias categorias de competição no desporto automomotivo. Todas as categorias devem ser adequadas as regulações do Appendix J do Codigo Internacional de Automobilismo.



Veja também:

Lista de competições do automobilismo internacional

Lista de competições automobilísticas por país

 Corridas de monoposto



Um carro moderno de Fórmula 1

Carro da IndyCar Series.As corridas de monoposto são talvez o aspecto mais bem conhecido do automobilismo, com carros desenhados especificamente para corridas de alta velocidade. As rodas não são cobertas, e os carros têm asas aerodinâmicas à frente e atrás para produzir uma força para baixo e aumentar a adesão à pista.



As corridas de monoposto realizam-se em circuitos especialmente construídos, ou em circuitos citadinos fechados para o efeito. Muitas das corridas de monoposto na América do Norte têm lugar em circuitos "ovais&" como a Indy Racing League.



As mais bem conhecidas corridas de monoposto são as de Fórmula 1, que se desenvolvem num campeonato do mundo anual em que participam alguns dos principais fabricantes de automóveis e de motores do mundo, numa batalha que é tanto tecnológica como de desempenho na pista. Na América do Norte, os carros Champ Cars e os da Fórmula Indy assemelham-se aos de F1 mas são sujeitos a muito mais restrições.



Existem outras categorias de monoposto, incluindo as corridas de karts que empregam pequenas máquinas de baixo custo em pequenas pistas. Muitos dos melhores pilotos da actualidade iniciaram as suas carreiras nos karts.



Ralis



Carro de rali.Os ralis, ou rallyes são corridas de carros de produção profundamente modificados em estradas públicas (fechadas) ou em áreas sem estrada. Um rali típico tem lugar em várias etapas, que os participantes podem analisar antes da competição. O navegador / co-piloto usa as notas tiradas durante o reconhecimento para ajudar o piloto a completar a etapa o mais depressa possível. A competição é geralmente baseada nos tempos, embora ultimamente tenham aparecido algumas etapas com competição directa.



O principal campeonato de ralis é o Campeonato Mundial de Rali (WRC), mas também existem campeonatos regionais e muitos países têm os seus próprios campeonatos nacionais.



Há alguns ralis famosos: o Rali de Monte Carlo ou o Rali de San Remo. Outro acontecimento semelhante a um rali (na realidade um raide) é o Rali Paris-Dakar.



Existem ainda muitas categorias de ralis menores, populares entre os amadores, constituindo a base dos desportos motorizados.



Há que considerar também o Rali Rota dos Vinhos Verdes, uma das mais importantes provas de Regularidade Histórica para Automóveis Antigos e Clássicos que se realiza anualmente em Portugal. As Regularidades Históricas cada vez assumem mais adeptos e aficcionados em todo o mundo e possibilitam uma nova abordagem desta temática.



Corridas em circuitos de terra



Corrida de sprint cars em circuito de terra.Nas corridas em pisos de terra, várias classes de veículos especialmente modificados, incluindo automóveis, competem em corridas por ambientes com pisos que não sejam asfalto. Na América do Norte, estas corridas têm frequentemente lugar no deserto. Um exemplo é a famosa Baja 1000.



No Brasil também existe uma categoria chamada "Velocidade na Terra", onde veículos correm em circuitos fechados, de terra batida, sem os tradicionais obstáculos dos Ralies, onde vence quem primeiro completar o número de voltas estipuladas. Os principais campeonatos regionais são disputados no Paraná e em Santa Catarina, onde os carros são divididos em diversas categorias, quer sejam: KartCross, Formula Tubolar, Marcas, Turismo, Novatos, Hot Dodge, Stock Car, Fusca Velocidade e Autocross.



 Fora de estrada

A modalidade Fora de estrada (Offroad) é praticada em trilhas que atravessam campos, montanhas, alagados, pedreiras e outros terrenos que proporcionem dificuldades para sua transposição. Os carros utilizados são normalmente do tipo jipe, com tração nas quatro rodas.



 Corridas de carros de desporto



As 24 Horas de Le Mans.Nesta modalidade as versões de produção de carros de desporto e protótipos competem em circuitos fechados. As corridas desenrolam-se, em regra, em distâncias longas, e os carros são conduzidos por equipas de dois ou três condutores que se revezam de vez em quando. Devido às grandes diferenças entre os carros desportivos "normais" (vulgo GT's) e os protótipos de competição, uma única corrida envolve geralmente várias classes diferentes.



Nos Estados Unidos, organiza-se desde 1999 a American Le Mans Series, incluindo classes GT, GTS e duas classes de protótipos. Uma competição semelhante foi criada na Europa em 2004, com assinalável sucesso entre os concorrentes que preenchem grids com cerca de 50 carros.



Corridas famosas de carros de desporto são, por exemplo, as 24 Horas de Le Mans as 12 Horas de Sebring, os 1000 km de Monza, 24 Horas de SPA, 1000 km de Nürburgring, 24 Horas de Daytona e a Mil Milhas Brasileiras.



A FIA organiza um campeonato, chamado de FIA GT, com carros divididos em 4 classes GT1, GT2, GT3 e NGT



 Corridas de stock cars



Corrida da NASCAR.Em seu conceito original, as corridas de stock cars consistiam em competições em que se usavam carros comuns sem nenhuma adaptação para corridas, contudo hoje em dia este termo não se designa a essas competições, já que os carros de stock cars são projetados exclusivamente para corridas, esse tipo de corrida é popular principalmente nos Estados Unidos, contudo existem categorias expressivas no Canadá, no México, na Grã-Bretanha e na Oceania, a principal característica dessa competição é o uso de circuitos ovais (de terra ou asfalto) para as corridas.



A maior categoria de stock cars é a NASCAR, a sua série principal é a NASCAR Sprint Cup Series, e a mais famosa corrida da série é a Daytona 500. A organização NASCAR também organiza a Nationwide Series (uma liga inferior de stock cars) e a Camping World Truck Series, de pickup, além de sansionar outras categorias menores regionais nos Estados Unidos.



A NASCAR organiza ainda a série Featherlite de carros "modificados", com carros muito modificados a partir da estrutura básica dos stock cars, através da adição de motores poderosos, pneus largos e chassis leve de rodas livres. Mas a série mais antiga da NASCAR continua a ser a que tem maior apelo junto do público.



 Corridas lineares



Carro de dragster.Nas corridas lineares (drag racing), o objetivo é completar uma certa distância, tradicionalmente um quarto de milha (1320 pés ou 400 m), no mais curto espaço de tempo possível. Os veículos utilizados variam entre o carro de todos os dias e o dragster. As velocidades e os tempos diferem, naturalmente, de classe para classe. Um carro vulgar pode completar os 400 m em 15 segundos, ao passo que um dragster poderoso pode cobrir a mesma distância em 4,5 segundos e atingir 530 km/h (330 m/h). As corridas lineares foram iniciadas, enquanto desporto, por Wally Parks, no início dos anos 50, por intermédio da NHRA (National Hot Rod Association), que é o maior corpo organizativo do desporto automóvel no mundo inteiro. A NHRA foi formada com o objectivo de afastar as pessoas das corridas de rua. Corridas de rua ilegais não são corridas lineares.



Ao acelerar até aos 530 km/h, um dragster poderoso puxa 4.5g de aceleração, e quando os travões e os pára-quedas estão em acção, o condutor experimenta uma aceleração negativa de 4g (mais do que os tripulantes do vaivém espacial). Um único dragster pode ser ouvido a 13 km, e pode gerar uma leitura sismográfica de 1,5 - 2 na escala de Richter. (dados dos NHRA Mile High Nationals de 2001, e de testes realizados em 2002 pelo Centro Nacional de Sismologia dos EUA.)



As corridas lineares realizam-se frequentemente em competição directa entre dois carros, com o vencedor de cada ronda a passar à ronda seguinte. Nas classes profissionais é sempre o primeiro a chegar à meta que ganha. Nas classes amadoras, existe um handicap (aos carros mais lentos é dada uma vantagem) que usa um índice, e os carros que correm mais rapidamente que o seu índice permite, "rebentam" e perdem.



As corridas lineares são populares principalmente nos Estados Unidos.



Corridas de carros clássicos

Modalidade em franca expansão, as corridas para carros clássicos reúnem veículos que fizeram a historia do automobilismo desportivo entre o final da Segunda Guerra Mundial e meados dos anos setenta.



O regulamento varia de país para país, mas normalmente rege-se pelo Anexo J da época dos carros, ou pelo mais restritivo Anexo K, concebido exclusivamente para este tipo de competições.



Actualmente entre outras provas, disputa-se um campeonato internacional de Fórmula 1 (TGP), um outro para protótipos de Grupo C, outro para protótipos e GT's anteriores a 1980 (www.vdev.fr) e ainda inúmeras outras competições que vão dos carros de turismo até aos Rallyes.



As mais importantes competições de Clássicos na Europa são sem dúvida as 24 Horas de Le Mans Classic e o circuito de Goodwood, onde desde o público aos mecânicos e comissários, todos têm que fazer parte do cenário, sendo obrigatório envergar uma indumentária da época das corridas disputadas.



Em Portugal disputam-se dois campeonatos de velocidade para clássicos (CNVC e TNCV) divididos em inúmeras subclasses, entre as quais a "Taça 1300". O CNVC é dominado pelos Ford Escort RS com motor Cosworth BDG e pelos Porsche Carrera RSR. O TNCV é o feudo dos antigos protótipos de Grupo 5, aparecendo carros tão espectaculares como os Lola T70 Chevy V8, March 74S, Lola T282, Lola T212, Chevron B19 e B21.



Existe também um campeonato nacional de ralis para clássicos e ainda um elevado número de ralis de regularidade para viaturas clássicas.



Corridas no gelo

Corridas de carros de turismo

Tal como nos ralis, nas corridas de carros de turismo competem carros de produção altamente modificados mas, ao contrário do que acontece em ralis, no turismo os carros correm ao mesmo tempo, uns contra os outros, geralmente em circuitos fechados.



Existe um campeonato internacional de carros de turismo, a Campeonato Mundial de Carros de Turismo (WTCC, World Touring Car Championship) e a maior parte dos países têm os seus próprios campeonatos nacionais. Entre os mais conhecidos contam-se o British Touring Car Championship (BTCC, Campeonato Britânico de Carros de Turismo), o Deutsche Tourenwagen Meisterschaft (DTM, Campeonato Alemão de Carros de Turismo), Stock Car V8 no Brasil e os V8 Supercars (V8 Supercarros) na Austrália.



 Karting



Corrida de karts.O karting é a categoria mais elementar do automobilismo pelo facto ds veículos serem preparados a baixo custo específicamente para corridas. Por ser pequeno, chama a atenção de crianças e por isso pode ser considerado a porta de entrada dos pilotos profissionais no desporto sendo a categoria de base do automobilismo. O karting é também famoso por atrair amantes do automobilismo. As corridas acontecem em kartódromos, pistas específicas para a prática do karting.



 Acidentes

Para informação sobre o pior acidente na história das corridas de automóveis, veja Tragédia de Le Mans em 1955.


fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Automobilismo

segunda-feira, 7 de junho de 2010




Em setembro de 1967 um norte-americano alto e calvo passou a dirigir a Simca do Brasil, anteriormente comandada pelo engenheiro francês Jean Jacques Pasteur. Seu nome: Victor G. Pike. Sua missão: abrir caminho para a produção dos Dodge Dart nacionais. Como responsável pela implantação da nova marca, a primeira medida de Pike, que já havia trabalhado por 16 anos na Chrysler australiana, foi ordenar -acredite- que o piso da fábrica de São Bernardo do Campo (SP) fosse limpo, o que não acontecia há anos. A produção dos Chambord, Jangada, Esplanada e Regente foi então paralisada por três dias, tempo suficiente para que 500 dos 1700 empregados fossem demitidos.




O único setor que ganhou alguns funcionários -num total de 17- foi o de limpeza. Os faxineiros "arregaçaram as mangas" e, neste mesmo prazo, deixaram o assoalho -que se escondia sob uma grossa camada de graxa- brilhando como novo, ficando do mesmo jeito que estava no dia da inauguração, muitos anos atrás, quando ali eram montados os Chrysler, Dodge e Plymouth importados em CKD pela Brasmotor. Posteriormente a Chrysler suspendeu a montagem dos antigos Simca, produzindo a linha Esplanada até 1969 e, em julho daquele mesmo ano, foi fabricado o primeiro Dodge Dart nacional, resultado de um investimento de US$ 55 milhões.



O novo modelo -lançado na versão quatro portas - iria concorrer com os chamados "automóveis de representação', como o Itamaraty e o Galaxie, da Ford-Willys e o Opala, da GM. Inicialmente a Chrysler decidiu colocar no mercado apenas a versão standard, com acabamento mais simples, oferecendo alguns equipamentos opcionais, caso do teto de vinil e da pintura metálica.



O motor -fundido nas instalações da antiga fábrica da International Havester, em Santo André (SP)- era o mesmo dos caminhões D-700, o clássico 318V8 de 5.212 cm3 e 198 cv de potência máxima a 4.400 rpm que, apesar de alimentado por um péssimo carburador duplo DFV permitia ao veículo desenvolver mais de 180 km/h, fazendo o Dart tornar-se o mais veloz carro brasileiro de produção seriada.



Várias Cores



Estes primeiros modelos eram fabricados em seis cores: Amarelo Carajá, Azul Profundo, Azul Abaeté, Verde Imperial, Branco Polar e Preto Formal. Foram fabricadas 3.366 unidades em 1969. No ano seguinte a Chrysler, já dirigida por Joseph O'Neill, alcançou a meta de produzir 60 carros/dia. Assim -e já com freios dianteiros a disco ventilados opcionais- o Dart, líder de vendas no mercado de carros de luxo, passou a ter penetração de 41,4% neste setor, desbancando os concorrentes e ganhando o título de "Carro do Ano". De fato, enquanto um Dodge era oferecido na época por cerca Cr$ 26 mil, um Galaxie standard -seu maior concorrente- saia da loja por quase Cr$ 28 mil.



O modelo duas portas -nas versões básica e Luxo, como o seda - apareceu em 1971, ao preço de Cr$ 24.500,00, oferecendo como itens de série rádio, limpador de pára-brisas de duas velocidades , acendedor de cigarros, luzes de ré e refletores laterais. Baseado neste mesmo modelo foram lançados o Charger LS e o Charger R/T, ambos com barra estabilizadora dianteira e coluna traseira alongada, lembrando um fast-back, tipo de carroceria muito em moda na época. As diferenças entre os dois ficavam por conta do acabamento, da potência do motor e do câmbio.



O Charger LS tinha rodas de aço e calotas do Dart de Luxo, pneus faixa branca, câmbio de três ou quatro marchas (neste último caso, a alavanca era no assoalho) e bancos individuais na dianteira. Como opcional havia a direção servo-assistida e freios a disco nas rodas dianteiras. O motor desenvolvia 205 cv. No R/T -que só utilizava gasolina azul - os equipamentos citados no LS eram itens standard, mas as rodas eram do tipo Magnum, os pneus vinham com faixas vermelhas e o motor tinha 215 cv de potência máxima, o que permitia alcançar quase 200 km/h



As cores disponíveis eram as mesmas da linha Dart acrescidas das metálicas Vermelho Xavante, Ouro Espanhol, Verde Fronteira, Cinza Bariloche e Verde Minuano, mas também haviam as exclusivas Verde Tropical e Amarelo Boreal, só oferecidas para os Charger LS e R/T. Neste ano também foram montados pela Brasinca -sob encomenda da Chrysler- alguns protótipos da wagon Dart, baseados no modelo de quatro portas, e não se sabe que fim levaram estas carrocerias. O carro nunca entrou em produção. Foram feitos 10.337 Dodge V8 em 1970 e 15.368 em 1971. Neste ano, com uma produção média de 45 automóveis / dia, de cada 100 Dart que saíam da linha de montagem, 65 eram duas portas.



Em 1972



O modelo 1972 do Dart ganhou um novo friso cromado horizontal, mais largo, que enfeitava a grade pintada de preto-fosco; as lentes dos piscas passaram a ser da cor laranja; o logotipo "Dodge", que ficava no centro do capô, foi deslocado para a esquerda deste; a lateral ganhou dois filetes finos, brancos ou pretos, dependendo da cor do veículo, e as lanternas traseiras passaram a ser divididas em três seções e ter moldura em plástico. No interior o painel preto com detalhes prateados foi revestido com plástico imitando jacarandá, enquanto os instrumentos foram redesenhados: o amperímetro e o manômetro de óleo deram lugar a um conjunto de luzes-espia. Para completar, uma só alavanca passou a reunir o controle do ventilador -de duas velocidades- e o regulador de distribuição de ar.



Ainda em 1972 foi lançado o Dart SE -no dia 24 de maio -e os Gran Sedan/Gran Coupé -em 16 de outubro. O primeiro -cujo slogan publicitário era "O carro para quem não quer passar dos trinta, pois custava inicialmente Cr$ 29.868,00- era um modelo básico transformado em esportivo -que, diga-se de passagem, vendeu muito bem, já que era uma espécie de 'popular de luxo" - e os outros dois eram versões mais luxuosas dos Dart comuns, destinados a uma clientela mais sofisticada. Neste ano 15.593 Dodge V8 -de todos os tipos -foram fabricados.



Para 1973 os Charger e Charger R/T -que era visto nos anúncios com a frase "Vamos acabar com essa brincadeira de carro esporte com menos de 200 hp"sofreram um face-lift, ficando muito diferentes dos modelos anteriores, O desenho da dianteira -envolvida por uma moldura dividida em duas partes- deixou estes carros ligeiramente semelhantes aos Charger norte-americanos, no entanto, o desempenho continuou o mesmo, pois não houve modificações mecânicas. As travas externas e as faixas pretas foram eliminadas do capô do R/T, mas surgiram os espelhos com controle remoto e falsas entradas de ar, instaladas longitudinalmente acima de cada uma das bancadas de quatro cilindros do motor V8.



Além disso, o R/T ganhou novas faixas laterais, enquanto o LS vinha com dois filetes brancos finos na parte superior das laterais, como os Dart. As lanternas traseiras foram modificadas, ficando sem divisões e, entre elas, na tampa do porta malas, aplicou-se um novo friso, opaco. Os bancos também foram redesenhados. No painel, os instrumentos receberam uma faixa vermelha delimitadora após os 2O km/h, mas os ponteiros, quase da mesma cor do fundo, praticamente desapareciam à noite. Em 1973 foram produzidos 17.939 automóveis das linhas Dart/Charger, o melhor ano destes carros no Brasil.



Em Crise



Com a crise do petróleo, entretanto, as vendas caíram de maneira considerável, bem como o valor de revenda de todos os carros -nacionais ou importados- com motor V8. Em 1974 a produção caiu para 11.318 unidades, só não despencou ainda mais porque, nos últimos meses daquele ano, ocorreu um providencial descobrimento de novas jazidas de petróleo no litoral fluminense.



Para 1975 os Dodge V8 passaram a ser equipados com o "Fuel Pacer', sistema instalado junto ao carburador que, quando a mistura ficava rica demais, acionava a lâmpada direcional do para-lama esquerdo. Assim, o motorista aliviava a pressão do acelerador -ou utilizava a marcha correta para aquela velocidade- e o carro passava a consumir menos combustível.



Nessa época, a Chrysler montou e começou a testar blocos de seis e quatro cilindros em ,V', todos derivados do 318V8, bem como o motor de seis cilindros em linha do Valiant argentino, mas nenhum foi produzido em série. A desvalorização foi tão grande que, no mercado de usados, um Dart 1969 valia em dinheiro da época apenas Cr$ 9,5 mil, contra Cr$ 13 mil do Corcel standard e Cr$ 11 mil do Volkswagen 1300 fabricados no mesmo ano, veículos que, quando novos, custam menos da metade do valor do Dodge.



No ano seguinte o estofamento foi redesenhado, mas os modelos SE, Gran Coupé e Charger saíram de linha, O R/T passou a ser equipado com bancos anatômicos, sendo os dianteiros de encosto alto, reclináveis, mas sem regulagem milimétrica. Este modelo também passou ter volante igual ao utilizado no restante da linha Dodge, deixando de lado o modelo com três raios, mais esportivo. Para completar as novidades deste ano, foi apresentado, no Salão do Automóvel, o protótipo de um Dart movido à álcool.



No R/T de 1977 a taxa de compressão foi reduzida, passando de 8,4:1 para 7,5:1, o que diminuiu a potência do motor em 10 cv, mas permitiu a utilização da gasolina comum, pois a azul já começava a rarear. Internamente o carro era revestido em couro, disponível nas cores preto, caramelo e vinho, esta última uma novidade, O Dart com alavanca na coluna de direção -de três marchas- tinha escapamento simples, ao contrário do modelo com alavanca no assoalho -de quatro marchas- que vinha com escapamento duplo, igual ao do Charger.



Dos equipamentos que eram opcionais nos modelos básicos do ano anterior, viraram itens standard as luzes do motor, do porta-malas e da iluminação do cinzeiro; ventilação interna com motor elétrico; relógio elétrico; freios a disco com servofreio; ponteira do escapamento cromada; tapetes de buclê; revestimento da porta e painel lateral traseiro almofadados e placa metálica protetora junto ao fecho do quebra-vento. Em 1978 foram montados os últimos Gran Sedan.



Para 1978



Sumiram as entradas de ar falsas do capô do R/T, enquanto o teto de vinil passou a cobrir apenas a metade traseira da capota, conforme já ocorria nos Maverick e Opala -que, inclusive, iniciou esta moda com o modelo Las Vegas. Uma nova calibragem no sistema de carburação tornou o carro um pouco mais econômico e, como de costume, as faixas laterais foram modificadas, tornando-se bem mais largas, posicionadas na parte baixa das laterais. Nesta época um Dart sedã 1969 usado valia Cr$ 25 mil, metade do valor de umVolkswagen 1300 do mesmo ano.



No final de 1978, a montadora apresentou as mudanças para seus carros, incluindo duas versões bem luxuosas para 1979, o Magnum (de duas portas) e o Le Baron (de quatro portas). Ambos foram criados para dar uma sobrevida para a linha Dart -já descontinuada nos Estados Unidos desde 1976- e absorver o público acostumado aos automóveis estrangeiros, que tiveram sua importação suspensa. Foi realizado um "face-lift" na dianteira e traseira, modificação feita por estilistas brasileiros, onde substituíram-se parachoque, molduras de faróis e grades de radiador, tudo sustentado por uma estrutura de fibra-de-vidro, enquanto a traseira passou a ser idêntica à do modelo norte-americano de 1974, com lanternas horizontais.



O Magnum tinha calotas raiadas, teto solar opcional (em vidro e com acionamento elétrico, outro pioneirismo do modelo aqui no Brasil) e teto de vinil dividido em duas partes. Havia ainda uma moldura junto aos vidros laterais traseiros, além de vidros rayban e para-brisa degradê. Como equipamento de série, a Chrysler, passou a oferecer antena de acionamento elétrico e um conjunto com toca-fitas AM/FM estéreo e dois autofalantes coaxiais, instalados na traseira, equipamento disponível tanto para o Magnum quanto para o Le Baron e Charger R/T.



O Charger R/T também reestilizado, apesar de ter perdido o contagiros -substituído por um relógio- e a coluna traseira alongada, tinha três opções de pintura em dois tons -marrom metálico e bege, azul escuro metálico e azul claro metálico e preto e prata- e era vendido com rodas de liga leve, tornando-se, o primeiro carro nacional de série assim equipado. Como no Magnum, havia molduras nos vidros laterais traseiros, mas as do R/T eram no estilo "persianas".



Também com a nova traseira, o Dart passou a ser fabricado utilizando a mesma frente do modelo norte-americano de 1974. Volante, estofamento, painel de instrumentos, carpete e laterais de portas passaram a ser disponíveis nas cores bege, azul ou preta. Os bancos eram forrados em veludo de nylon antiestático e o tanque foi modificado, passando a ter 107 litros de capacidade -contra 62 do modelo anterior- ocupando o lugar do estepe, que foi deslocado para uma posição acima do eixo traseiro, como no Galaxíe.



Mentira no Fim



O fim, entretanto, estava próximo:em janeiro de 1979 a Volkswagen alemã finalmente comprou 67% das ações da Chrysler brasileira. Em abril do mesmo ano Toni Schmueker -presidente mundial da VW- Wolfgang Sauer -presidente da Volkswagen do Brasil- e Donald Dancey -presidente da Chrysler- visitaram as instalações da linha de montagem dos automóveis Dodge e, juntos, anunciaram a intenção de ampliar a produção dos Polara, Dart, Charger R/T e Le Baron.



Em maio, Klaus Hadulla -substituto de Dancey- reafirmou o compromisso de não interromper a fabricação da linha Dodge, além de divulgar o interesse da VW em ampliar a rede de revendedores Chrysler, que ganhariam mais 24 lojas -haviam 117 na ocasião- atingindo um total de 180 dentro três ou quatro anos. Era uma mentira, suficiente apenas para dar credibilidade aos carros e desovar os modelos que estavam estocados no pátio.



A produção dos Dodge V8 em 1980 foi de apenas 388 unidades, e o Charger R/T praticamente desapareceu, transformando-se num modelo comum, sem nenhum diferencial além do emblema. Em novembro de 1980 a VW comprou o restante das ações da empresa e, em abril de 1981, Sauer afirmou que só poderia vender automóveis se houvesse demanda, e que todos sabiam que não existia demanda para os automóveis Dodge, dando como exemplo o Dart, que em dois meses não vendera sequer uma unidade.



O presidente da montadora alemã disse ainda que estes carros seriam fabricados, no máximo, por apenas mais seis ou sete meses, raciocínio que rapidamente se concretizou: no mês de agosto a VW parou de fabricar tanto a Variant II quanto os veículos da linha Dodge. A montadora alemã passou a utilizar as antigas instalações da Brasmotor/Simca/Chrysler para produzir seus caminhões -a álcool e a gasolina equipados com o motor 318 V8, encerrando assim a história dos Dart/Charger no Brasil.



Rogério Ferraresi



Texto retirado da revista Auto & Técnica/Classic Cars nº 21

fonte:http://dodgehomepage.tripod.com/historia.html

Encontro Mensal Hot Rod Brasil - SBC/SP


São Bernardo do Campo - SP

16/5/2010
 
 
 
 
fonte:www.hotpa.com.br
Encontro Mensal de Automóveis Antigos no Parque da Luz - São Paulo/SP


São Paulo - SP

6/6/2010